Sentimentos...
Fico a pensar em como nossos sentimentos são complexos, como muitas vezes não podemos explicar o por que de de certas situações que nossa razão se nega a aceitar, como coisas tão incongruentes teiman em se encaixar mesmo sabendo que nunca conseguirão. Quando vemos tudo isso acontecendo de fora, não sendo os atores o sentimento de tristeza aumenta porque sabemos exatamente o enredo e conclusão da história, no entanto os participantes muitas vezes dilapidam seus tesouros em mãos que não são merecedoras por que nunca vão saber o verdadeiro valor do que desfrutaram.
A revista científica Journal of Neurophysiology publicou um artigo escrrito entre outros por Lucy Brown, da Faculdade de Medicina Albert Einstein, no Bronx, que fala sobre paixão e a descreve como um Estado emocional geralmente marcado por uma dose generosa de irracionalidade e desejos incontroláveis, a paixão exibe um perfil neuronal semelhante ao de situações como sentir fome, ter sede ou ser viciado em algo, como jogar ou usar alguma droga. "Isso ocorre numa área do cérebro dos mamíferos que toma conta das funções mais básicas e inconscientes, como comer, beber, movimentar os olhos", diz .
Que diferença há para uma pessoa sem cultura musical ter na mão um Stradivarius ou um violino qualquer? certamente nenhuma, para ele tanto faz, no entanto, se dermos um instrumento como o Stradivarius para alguém que conheça, que saiba extrair o seu melhor, certamente essa pessoa vai desfrutar plenamente o que o instrumento pode oferecer. Existe um ditado que diz que não devemos dar pérolas a porcos, por que eles nunca vão saber o valor das mesmas, assim também apaixonar-se por alguém que "não tem encaixe" não é recomendável pois nunca vai ser possível, a não ser que no intento, sejam arrancados pedaços para tentar o acoplamento, e isso pode até acontecer, pode ser forçado, no entanto o encaixe nunca será perfeito e ficarão marcas para sempre. Tenho uma amiga que diz que tem que "achar seu par", aquele que combina e case com você sem forçar.
Muitas vezes no papel de pai vemos essa situação acontecer, filhos teimando em relacionar-se com pessoas que sabemos que não são para eles, no entanto no auge da paixão e da irracionalidade eles tomam atitudes que os marcarão para toda a vida. O escritor, jornalista e dramaturgo Irlandês George Bernard Shaw com muita propriedade escreveu"Não há diferença entre um sábio e um tolo quando estão apaixonados". Na verdade não há mesmo, quando a paixão entra em cena, pode ser o mais letrado e sábio que não vai ter diferença alguma do ignorante e tolo, ambos se nivelam por baixo, apenas pelo sentir.
Tem um artigo muito bom do site Psico-Online falando sobre paixão do qual vou citar alguns trechos:
"Um sentimento muito especial. Contraditório, eterno enquanto dure, forte e frágil.
A paixão simplesmente acontece! E nos deixa vulneráveis e indefesos.
Os cientistas a descrevem como uma descarga bioquímica que transporta no interior de nosso ser um misto de adrenalina e outras substâncias secretas, que produzem uma confusão inebriante e nos deixa embriagados de amor.
Sentimos uma sensação maravilhosa, a felicidade fica explícita e nos transpõe, o mundo se transforma num colorido especial e tudo parece possível e alcançável.
As variáveis são enormes, possibilitando ainda alusão a caprichos do inconsciente, que buscam na paixão a realização de um desejo não realizado, uma situação desconhecida, evocada num passado distante e, muitas vezes, negado, não importando como, o sentimento é único.
Com aspectos positivos como durante o torpor da visão de um mundo maravilhoso, a sensação de felicidade nos invade e parece realmente não ter fim.
Se for a pessoa que fará de sua vida um sonho, é como tirar a sorte grande, buscando a intimidade ideal no desabrochar do verdadeiro amor.
Os aspectos negativos aparecem quando, ao findar da mágica, só resta a sensação de um sentimento que não se renova, no momento que temos a exata medida do resultado zero e da verdade do amor cego, que era muito bonito, mas que, quando se torna real, não consegue vislumbrar nenhum atrativo.
A recuperação muitas vezes, é uma das mais perversas e pode necessitar até de acompanhamento psicológico para salvar o que ficou.
O amor se transforma e precisa de cuidados para que o sentimento seja sempre resgatado e possa manter o relacionamento como uma síntese de desejo e afeição.
A paixão, ao contrário do amor, dura intensamente por um tempo muito curto e a estabilização no amor acontece na medida em que os amantes passam a ter uma visão real da verdade do outro.
A maturidade do envolvimento afetivo consegue suportar a frustração de não conseguir ver no outro aquela perfeição ambulante.
A dificuldade a ser superada se dá quando este sentimento não consegue se reorganizar e o ajuste de um novo relacionamento terá que contar com a realidade mascarada.
Todos nós queremos viver um grande amor e com uma paixão ainda melhor, nem que seja uma única vez..
Valiosos os relacionamentos que, de uma grande paixão, vão caminhando, lentamente se solidificando, sem a dimensão conquista e nem sentimento furacão, mas sólidos e intensos, que como diluindo a paixão a tornam eterna."
A paixão é um sonho e quando vivida com a pessoa certa pode ser maravilhosa, e sua transição para o amor melhor ainda, já quando com a pessoa errada, o acordar da paixão normalmente é muito doloroso, porque se percebe o quanto se perdeu.
A revista científica Journal of Neurophysiology publicou um artigo escrrito entre outros por Lucy Brown, da Faculdade de Medicina Albert Einstein, no Bronx, que fala sobre paixão e a descreve como um Estado emocional geralmente marcado por uma dose generosa de irracionalidade e desejos incontroláveis, a paixão exibe um perfil neuronal semelhante ao de situações como sentir fome, ter sede ou ser viciado em algo, como jogar ou usar alguma droga. "Isso ocorre numa área do cérebro dos mamíferos que toma conta das funções mais básicas e inconscientes, como comer, beber, movimentar os olhos", diz .
Que diferença há para uma pessoa sem cultura musical ter na mão um Stradivarius ou um violino qualquer? certamente nenhuma, para ele tanto faz, no entanto, se dermos um instrumento como o Stradivarius para alguém que conheça, que saiba extrair o seu melhor, certamente essa pessoa vai desfrutar plenamente o que o instrumento pode oferecer. Existe um ditado que diz que não devemos dar pérolas a porcos, por que eles nunca vão saber o valor das mesmas, assim também apaixonar-se por alguém que "não tem encaixe" não é recomendável pois nunca vai ser possível, a não ser que no intento, sejam arrancados pedaços para tentar o acoplamento, e isso pode até acontecer, pode ser forçado, no entanto o encaixe nunca será perfeito e ficarão marcas para sempre. Tenho uma amiga que diz que tem que "achar seu par", aquele que combina e case com você sem forçar.
Muitas vezes no papel de pai vemos essa situação acontecer, filhos teimando em relacionar-se com pessoas que sabemos que não são para eles, no entanto no auge da paixão e da irracionalidade eles tomam atitudes que os marcarão para toda a vida. O escritor, jornalista e dramaturgo Irlandês George Bernard Shaw com muita propriedade escreveu"Não há diferença entre um sábio e um tolo quando estão apaixonados". Na verdade não há mesmo, quando a paixão entra em cena, pode ser o mais letrado e sábio que não vai ter diferença alguma do ignorante e tolo, ambos se nivelam por baixo, apenas pelo sentir.
Tem um artigo muito bom do site Psico-Online falando sobre paixão do qual vou citar alguns trechos:
"Um sentimento muito especial. Contraditório, eterno enquanto dure, forte e frágil.
A paixão simplesmente acontece! E nos deixa vulneráveis e indefesos.
Os cientistas a descrevem como uma descarga bioquímica que transporta no interior de nosso ser um misto de adrenalina e outras substâncias secretas, que produzem uma confusão inebriante e nos deixa embriagados de amor.
Sentimos uma sensação maravilhosa, a felicidade fica explícita e nos transpõe, o mundo se transforma num colorido especial e tudo parece possível e alcançável.
As variáveis são enormes, possibilitando ainda alusão a caprichos do inconsciente, que buscam na paixão a realização de um desejo não realizado, uma situação desconhecida, evocada num passado distante e, muitas vezes, negado, não importando como, o sentimento é único.
Com aspectos positivos como durante o torpor da visão de um mundo maravilhoso, a sensação de felicidade nos invade e parece realmente não ter fim.
Se for a pessoa que fará de sua vida um sonho, é como tirar a sorte grande, buscando a intimidade ideal no desabrochar do verdadeiro amor.
Os aspectos negativos aparecem quando, ao findar da mágica, só resta a sensação de um sentimento que não se renova, no momento que temos a exata medida do resultado zero e da verdade do amor cego, que era muito bonito, mas que, quando se torna real, não consegue vislumbrar nenhum atrativo.
A recuperação muitas vezes, é uma das mais perversas e pode necessitar até de acompanhamento psicológico para salvar o que ficou.
O amor se transforma e precisa de cuidados para que o sentimento seja sempre resgatado e possa manter o relacionamento como uma síntese de desejo e afeição.
A paixão, ao contrário do amor, dura intensamente por um tempo muito curto e a estabilização no amor acontece na medida em que os amantes passam a ter uma visão real da verdade do outro.
A maturidade do envolvimento afetivo consegue suportar a frustração de não conseguir ver no outro aquela perfeição ambulante.
A dificuldade a ser superada se dá quando este sentimento não consegue se reorganizar e o ajuste de um novo relacionamento terá que contar com a realidade mascarada.
Todos nós queremos viver um grande amor e com uma paixão ainda melhor, nem que seja uma única vez..
Valiosos os relacionamentos que, de uma grande paixão, vão caminhando, lentamente se solidificando, sem a dimensão conquista e nem sentimento furacão, mas sólidos e intensos, que como diluindo a paixão a tornam eterna."
A paixão é um sonho e quando vivida com a pessoa certa pode ser maravilhosa, e sua transição para o amor melhor ainda, já quando com a pessoa errada, o acordar da paixão normalmente é muito doloroso, porque se percebe o quanto se perdeu.
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