Com a bola toda
Nunca fui um cara que se destacou em esportes coletivos, apesar de jogar até o colegial sempre era um dos piores, um dos últimos a ser escolhido quando da formação dos times. Em nosso lara nunca houve uma cultura esportiva, meu pai nunca ligou para isso, quem gostava mais de esportes em casa era minha mãe, por causa dela passei a gostar de futebol e a torcer pelo time da Universidad de Chile, a popular "U", um dos times mais queridos de Chile.
Sempre me dei melhor nos esportes individuais, não dando vexame pelo menos em ping pong, em casa não tinhamos muitos recursos, nem sequer para comprar uma raquete, mas sempre dava um jeito e para poder jogar eu mesmo confeccionava as minhas utilizando o material de que dispunha, ficavam muito bonitas e sempre chamavam a atenção, além claro de cumprirem bem sua função.
Me lembro que uma vez houve uma espécie de competição de "baby fútbol", uma espécie de futebol de salão só que se jogava com uma bola de futebol, formaram-se os times e maldosamente deixaram o time dos ruins, do qual eu fazia parte, me lembro que nesse torneio marquei um gol, foi uma alegria imensa, ninguém acreditava que conseguiriamos.
Mas o que me marcou mesmo foi no futebol de campo, eu tinha por volta de 8 anos, meu pai sempre fez questão de não ter televisão em casa, nunca em minha vida havia assistido a uma partida de futebol. Na escola foi organizado um torneio e eu fazia parte do time da minha classe, era uma festa de escola com torcida organizada e tudo, entramos em campo e começou o jogo. Não me lembro do resultado, mas o que não sai da minha lembrança é que uma jogada que fiz que levantou a torcida, vibraram aplaudindo muito. Na ocasião não sabia por que, mas depois vim entender o motivo. Eu só sabia que havia doido muito, naquela época a bola de futebol era pesadissima e na jogada a mesma vinha pelo alto, corri em direção a ela e coloquei o meu peito, ah como doeu. Fiquei sem entender o por que tanta comemoração da torcida, mais tarde vim saber. Eu havia efetuado uma jogada de classe coisa que meus colegas não faziam, matei a bola de peito, com categoria, isso não é para qualquer um.
Sempre me dei melhor nos esportes individuais, não dando vexame pelo menos em ping pong, em casa não tinhamos muitos recursos, nem sequer para comprar uma raquete, mas sempre dava um jeito e para poder jogar eu mesmo confeccionava as minhas utilizando o material de que dispunha, ficavam muito bonitas e sempre chamavam a atenção, além claro de cumprirem bem sua função.
Me lembro que uma vez houve uma espécie de competição de "baby fútbol", uma espécie de futebol de salão só que se jogava com uma bola de futebol, formaram-se os times e maldosamente deixaram o time dos ruins, do qual eu fazia parte, me lembro que nesse torneio marquei um gol, foi uma alegria imensa, ninguém acreditava que conseguiriamos.
Mas o que me marcou mesmo foi no futebol de campo, eu tinha por volta de 8 anos, meu pai sempre fez questão de não ter televisão em casa, nunca em minha vida havia assistido a uma partida de futebol. Na escola foi organizado um torneio e eu fazia parte do time da minha classe, era uma festa de escola com torcida organizada e tudo, entramos em campo e começou o jogo. Não me lembro do resultado, mas o que não sai da minha lembrança é que uma jogada que fiz que levantou a torcida, vibraram aplaudindo muito. Na ocasião não sabia por que, mas depois vim entender o motivo. Eu só sabia que havia doido muito, naquela época a bola de futebol era pesadissima e na jogada a mesma vinha pelo alto, corri em direção a ela e coloquei o meu peito, ah como doeu. Fiquei sem entender o por que tanta comemoração da torcida, mais tarde vim saber. Eu havia efetuado uma jogada de classe coisa que meus colegas não faziam, matei a bola de peito, com categoria, isso não é para qualquer um.
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