Do fundo do baú

Alguns pensamentos meus compilados através de anos:

Quando a gente gosta, quando a gente ama,
Tudo lembra a pessoa amada, é algo assim como o infinito,
nunca se esgotam as possibilidades de lembrar, de sonhar.
Até que o amor acaba...

Se estou amando, sinto esse amor brotando em mim,
O objeto do meu amor apenas percebe as manifestações do mesmo,
Atos que falam do que eu sinto, mas o outro nunca vai sentir a real dimensão do sentimento.

Ser feliz é amar, é ser amado. Perfeita sintonia de sentimentos que faz com que as pessoas se entendam, mesmo sem palavras, pos o amor para expressar-se não depende delas. Um olhar, uma caricia, um gesto, algo que pode parecer insignificante tem o poder de falar mais alto do que o mais alto dos gritos, trazendo e dando felicidade, superando preconceitos e barreiras extrapolando tudo e todos expandindo-se pelo espaço infinito, tornando-se a razão do meu existir.

Muitos fatos que acontecem na nossa vida são cíclicos, repetições com diferentes nomes, diversas pessoas, mas sempre repetições. As vezes nem precisa ser uma pessoa diferente para que o fato aconteça da mesma forma. Eu já sabia que ia ser assim, mas não quis acreditar. Estou só sem nada para fazer e tudo para pensar, sempre esperando não sei o que, pois da desesperança nada pode se esperar.
Uma sílfide por mim criada, linda demais para ser verdadeira, mas mesmo assim ela existiu, sim, ela existiu no meu pensamento, na minha fantasia que teima em mesclar-se com minha realidade em pinceladas mágicas que fazem dessa fantasia uma realidade momentânea, tangível, que posso ver, sentir e ouvir, mas é mais uma criação minha que aparece como quando crio um desenho, lentamente saindo do nada por meio do branco do papel materializando-se na minha vida. A mais linda figura que jamais existiu e nem existirá, a rainha do ar, mistura rara de uma realidade subterrânea com uma fantasia idealista, o que será? Tudo por nada ou nada por tudo?

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