Impressões
Madrugada, o avião se aproximava da cidade do mexico, uma das maiores cidades do mundo. Acostumado com o padrão brasileiro de cidades onde predominam grandes edificações esperava ver um emaranhado de prédios, mas me surprendi ao ver apenas construções baixas desenhadas pelas luzes que avistei pela janela do avião.
Perder quatro horas por causa do fuso horário de uma vez não é fácil, mas não havia alternativa e tinha que começar a trabalhar nesse mesmo dia. Diferença essa que senti duarnte o tempo todo que permaneci no país, às oito da noite que era meu horário de chegada no hotel não tinha ânimo para fazer mais nada devido a que no meu relógio biologico indicava ser meia noite, e o pior de regresso ao brasil precisei adaptar-me novamente ao horario local.
Naquela madrugada enquanto o taxi percorria as vazias ruas da capital mexicana nem imaginava o que mais tarde me aguardava: Um dos piores trânsitos que já enfrentei. Na escuridão da madrugada olhando pela janela do taxi formas e cores se confundem numa massa informe e escura decorada com luzes que lembram o natal, algumas horas mais tarde pude perceber que apesar de ser uma das grandes cidades do mundo ainda conserva um encantado ar provinciano.
Um país verde, com inumeras manifestações artísticas, onde quer que olhasse não demorava muito a perceber algum tipo de arte desde as antigas culturas até a sui generis mexicandade da Cow Parade. Tive a oportunidade de ver essa mesma campanha artística em São Paulo, mas a abordagem mexicana me surprendeu, eles não se contentavam em pintar as vaquinhas mas as cortavam, fatiavam, adereçavam, enfim viajavam de uma forma toda surreal.
Povo amável hospitaleiro que apesar do stress da metropole conserva suas raizes e tradições, sensibilidade, e se expressam através de muitas manifestações que podem ser consideradas kitch mas que no contexto adquirem um encanto especial.
Pensamentos e ilustrações veja tambem em http://fotolog.net/leopolddo
Perder quatro horas por causa do fuso horário de uma vez não é fácil, mas não havia alternativa e tinha que começar a trabalhar nesse mesmo dia. Diferença essa que senti duarnte o tempo todo que permaneci no país, às oito da noite que era meu horário de chegada no hotel não tinha ânimo para fazer mais nada devido a que no meu relógio biologico indicava ser meia noite, e o pior de regresso ao brasil precisei adaptar-me novamente ao horario local.
Naquela madrugada enquanto o taxi percorria as vazias ruas da capital mexicana nem imaginava o que mais tarde me aguardava: Um dos piores trânsitos que já enfrentei. Na escuridão da madrugada olhando pela janela do taxi formas e cores se confundem numa massa informe e escura decorada com luzes que lembram o natal, algumas horas mais tarde pude perceber que apesar de ser uma das grandes cidades do mundo ainda conserva um encantado ar provinciano.
Um país verde, com inumeras manifestações artísticas, onde quer que olhasse não demorava muito a perceber algum tipo de arte desde as antigas culturas até a sui generis mexicandade da Cow Parade. Tive a oportunidade de ver essa mesma campanha artística em São Paulo, mas a abordagem mexicana me surprendeu, eles não se contentavam em pintar as vaquinhas mas as cortavam, fatiavam, adereçavam, enfim viajavam de uma forma toda surreal.
Povo amável hospitaleiro que apesar do stress da metropole conserva suas raizes e tradições, sensibilidade, e se expressam através de muitas manifestações que podem ser consideradas kitch mas que no contexto adquirem um encanto especial.
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