Cusco
Abordamos o avião em Lima rumo a Cusco, cujo significado é umbigo. Está situada numa região montenhosa a 4300 metros de altura e era a capital do império Inca.
O aeroporto é pequeno e bem simples. A guia que nos foi buscar nos explicou que a cidade está dividida na cidade histórica e a cidade moderna. Chegamos ao hotel, num principio não senti muito o efeito da altura a não ser uma leve dor de cabeça. De qualquer forma no hotel havia disponivel chá e folhas de coca para quem precisasse.
No outro dia sairiamos cedo pois visitariamos varios lugares históricos, então depois de jantar fomos dormir. Em Cusco a temperatura é bastante fria durante a noite e esquenta no dia, o clima é bastante seco, pelo menos no mes de Novembro.
No dia seguinte cedo tomamos o onibus da excursão rumo a Saqsayhuaman, se pronuncia sacseuaman e fica a uns dois kilometros de Cusco e a 3700 metro de altura. Este complexo arqueologico tem como uma das características marcantes ser construido com grandes pedras, algumas chegando a medir 9 mts de altura e com um peso aproximado de 120 toneladas, estão encaixadas milimericamente, montadas numa forma zigzagueante, ajustadas com uma inclinação que faz com que a construção tenha características anti-sismicas, o tratamento das pedras feito mediante um cuidadoso polimento indica que o lugar provavelmente era um lugar de culto. Se estima que o atual complexo representa apenas 20% da construção original, destruida pelos espanhois que usaram as pedras para suas construções em Cusco.
Depois fomos até Pukapukara, situada a 7 km da cidade de Cusco é uma estrutura que adquire a cor avermelhada de acordo com a incidência da luz do sol, a isso deve seu nome Pukapukara, que significa Forte Vermelho. É um lugar situado estratégicamente entre Cusco e o caminho para a selva, na época dos incas ele servia como alfándega, fortaleza e lugar de hospedagem. Este complexo arqueológico tem diversas construções, praças interiores, aquedutos, atalaias. Um dos indícios que Pukapukara não era um lugar de culto é o tratamento dado as pedras, que em lugares sagrados não eram rústicas e sim bem polidas.
Também fomos a Tambomachay, o significado do nome é lugar de descanso está localizado bem próximo de Pukapukara. É um lugar arqueológico que foi destinado ao culto da água e a regeneração da terra. Este lugar também é denominado Banhos do Inca. Na parte superior tem quatro nichos de mais ou menos dois metros onde dizem que ficavam abrigadas estatuas de divindades. O complexo tem um canal que que é alimentado provavelmente por uma nascente e depois se divide em dois e finaliza em duas cascatas desembocam numa pequena piscina usada para fins litúrgicos.
Finalmente visitamos Q'engo, situado a 3 km da cidade de Cusco, seu nome significa labirinto é um lugar sagrado onde realizavam cerimônias em honra a ao sol, lua e estrelas. É um promontório rochoso com escadas esculpidas, covas e canais, dizem que era usado para depositar a chicha, uma bebida de milho usada nos rituais incas. Conta com um pátio semicircular definido por um parâmetro isométrico con vários nichos grandes que rodeiam uma pedra como se fosse uma imagem dentro de uma capela. No interior da caverna do complexo existe um altar, dizem que era usado para fazer sacrificios. O dia estava quente mas mesmo assim o altar bem como o interior da caverna era frio.
Gostei de conhecer esse lugares, mas indo em excursão senti que os guias poderiam estar melhor preparados e a informação ser melhor resumida e também ter mais tempo para fotografar.
O aeroporto é pequeno e bem simples. A guia que nos foi buscar nos explicou que a cidade está dividida na cidade histórica e a cidade moderna. Chegamos ao hotel, num principio não senti muito o efeito da altura a não ser uma leve dor de cabeça. De qualquer forma no hotel havia disponivel chá e folhas de coca para quem precisasse.
No outro dia sairiamos cedo pois visitariamos varios lugares históricos, então depois de jantar fomos dormir. Em Cusco a temperatura é bastante fria durante a noite e esquenta no dia, o clima é bastante seco, pelo menos no mes de Novembro.
No dia seguinte cedo tomamos o onibus da excursão rumo a Saqsayhuaman, se pronuncia sacseuaman e fica a uns dois kilometros de Cusco e a 3700 metro de altura. Este complexo arqueologico tem como uma das características marcantes ser construido com grandes pedras, algumas chegando a medir 9 mts de altura e com um peso aproximado de 120 toneladas, estão encaixadas milimericamente, montadas numa forma zigzagueante, ajustadas com uma inclinação que faz com que a construção tenha características anti-sismicas, o tratamento das pedras feito mediante um cuidadoso polimento indica que o lugar provavelmente era um lugar de culto. Se estima que o atual complexo representa apenas 20% da construção original, destruida pelos espanhois que usaram as pedras para suas construções em Cusco.
Depois fomos até Pukapukara, situada a 7 km da cidade de Cusco é uma estrutura que adquire a cor avermelhada de acordo com a incidência da luz do sol, a isso deve seu nome Pukapukara, que significa Forte Vermelho. É um lugar situado estratégicamente entre Cusco e o caminho para a selva, na época dos incas ele servia como alfándega, fortaleza e lugar de hospedagem. Este complexo arqueológico tem diversas construções, praças interiores, aquedutos, atalaias. Um dos indícios que Pukapukara não era um lugar de culto é o tratamento dado as pedras, que em lugares sagrados não eram rústicas e sim bem polidas.
Também fomos a Tambomachay, o significado do nome é lugar de descanso está localizado bem próximo de Pukapukara. É um lugar arqueológico que foi destinado ao culto da água e a regeneração da terra. Este lugar também é denominado Banhos do Inca. Na parte superior tem quatro nichos de mais ou menos dois metros onde dizem que ficavam abrigadas estatuas de divindades. O complexo tem um canal que que é alimentado provavelmente por uma nascente e depois se divide em dois e finaliza em duas cascatas desembocam numa pequena piscina usada para fins litúrgicos.
Finalmente visitamos Q'engo, situado a 3 km da cidade de Cusco, seu nome significa labirinto é um lugar sagrado onde realizavam cerimônias em honra a ao sol, lua e estrelas. É um promontório rochoso com escadas esculpidas, covas e canais, dizem que era usado para depositar a chicha, uma bebida de milho usada nos rituais incas. Conta com um pátio semicircular definido por um parâmetro isométrico con vários nichos grandes que rodeiam uma pedra como se fosse uma imagem dentro de uma capela. No interior da caverna do complexo existe um altar, dizem que era usado para fazer sacrificios. O dia estava quente mas mesmo assim o altar bem como o interior da caverna era frio.
Gostei de conhecer esse lugares, mas indo em excursão senti que os guias poderiam estar melhor preparados e a informação ser melhor resumida e também ter mais tempo para fotografar.
Comentários
Postar um comentário