Limites
Será que o sofrimento e a dor tem limites? Faz muito tempo que não sinto o prazer da paz e parece que com o passar dos dias provas cada dia mais difíceis sobrevêm, nao temos controle sobre elas e o sofrimento é tal que paralisa, faz com que vejamos o mundo em tons cinzas e tudo parece desfocado.
O maior sofrimento não é o que nos causamos, pelo qual somo responsáveis mas o que causamos a outros, se sofremos devido a nossas atitudes, em certa medida estamos preparados para sorver essa taça, mas quando essa taça amarga tem que ser experimentada por pessoas que nada fizeram se torna muito mais doloroso, mais ainda porque quando essa taça é sorvida é por amor. Somente o amor faz com que alguém que não o próprio beba essa taça, e parece que quando se é experimentada por amor, o amargor é exponenciado dramaticamente.
Que tristeza imensa que nunca passa, que devasta tudo a seu redor, não sabemos até onde chegará nem se tem limites pois não está em nossas mãos limitá-la, sabemos que vai ter um fim, mas não sabemos se o fim será feliz, se esse fim será o clímax da tristeza ou o apoegeu da vitória.
Imagino a Cristo, sem pecado, no Gestsémani clamando ao Pai para que se fosse a vontade Dele o isentasse de beber a taça que cada um de nós merecia beber, mas ele bebeu até a última gota. Imagino a dor do Pai, nosso Pai celeste quando de uma forma insensata insistimos nos nossos próprios caminhos que nos levam à morte nem sequer pensando que ele nos ama, e que está sofrendo por nossas atitudes.
Precisamos limitar, acabar com a dor e o sofrimento. O amor não tem limites
Pensamentos e ilustrações veja tambem em http://fotolog.com/leopolddo
O maior sofrimento não é o que nos causamos, pelo qual somo responsáveis mas o que causamos a outros, se sofremos devido a nossas atitudes, em certa medida estamos preparados para sorver essa taça, mas quando essa taça amarga tem que ser experimentada por pessoas que nada fizeram se torna muito mais doloroso, mais ainda porque quando essa taça é sorvida é por amor. Somente o amor faz com que alguém que não o próprio beba essa taça, e parece que quando se é experimentada por amor, o amargor é exponenciado dramaticamente.
Que tristeza imensa que nunca passa, que devasta tudo a seu redor, não sabemos até onde chegará nem se tem limites pois não está em nossas mãos limitá-la, sabemos que vai ter um fim, mas não sabemos se o fim será feliz, se esse fim será o clímax da tristeza ou o apoegeu da vitória.
Imagino a Cristo, sem pecado, no Gestsémani clamando ao Pai para que se fosse a vontade Dele o isentasse de beber a taça que cada um de nós merecia beber, mas ele bebeu até a última gota. Imagino a dor do Pai, nosso Pai celeste quando de uma forma insensata insistimos nos nossos próprios caminhos que nos levam à morte nem sequer pensando que ele nos ama, e que está sofrendo por nossas atitudes.
Precisamos limitar, acabar com a dor e o sofrimento. O amor não tem limites
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