Esculhambei Camões
Foi o que uma leitora amiga me disse, quando no final do meu texto anterior citei o nome do poeta português numa "paráfrase" infeliz, na verdade não estava parafraseando Camões. Houve quem ao usar essa frase pensou que foi dita por Ulisses Guimarães, outros citaram Caetano Veloso que admitiu ter lido de Fernando Pessoa, enfim, a expressão popular migra dos livros para as ruas, e de novo para os livros e destes às ruas formando assim um ciclo de idas e vindas e de autores e pseudo autores.
"A frase, entretanto, já existia quando o general romano Pompeu (106-48 a.C.) a tornou célebre ao persuadir marinheiros a zarpar com os navios carregados de alimentos, mesmo em meio a uma tempestade, porque havia muita fome em Roma. Somente o circo, como sabiam os imperadores, não era suficiente para conter rebeliões, se faltasse o pão. Pompeu a pronunciou num latim desjeitoso, segundo nos informa Plutarco: navigare necesse, vivere non necesse, mas a frase já existia também em grego." De meia-tigela a joão-sem-braço", copyright Jornal do Brasil, 1/08/03
Esse "preciso" de navegar era de necessidade, e em contrapartida a necessidade de viver não era prioridade comparada ao navegar.
Eu escrevi "Viver é preciso, não é preciso viver, precisamos aprender a viver,ver, sentir, amar..."
Viver é preciso = Imperativo
Não é preciso viver = Viver não é uma ciência exata
Precisamos aprender a viver,ver, sentir, amar... = Necessidade de aprender para poder viver
E que Camões me perdoe...
Pensamentos e ilustrações veja tambem em http://fotolog.net/leopolddo
"A frase, entretanto, já existia quando o general romano Pompeu (106-48 a.C.) a tornou célebre ao persuadir marinheiros a zarpar com os navios carregados de alimentos, mesmo em meio a uma tempestade, porque havia muita fome em Roma. Somente o circo, como sabiam os imperadores, não era suficiente para conter rebeliões, se faltasse o pão. Pompeu a pronunciou num latim desjeitoso, segundo nos informa Plutarco: navigare necesse, vivere non necesse, mas a frase já existia também em grego." De meia-tigela a joão-sem-braço", copyright Jornal do Brasil, 1/08/03
Esse "preciso" de navegar era de necessidade, e em contrapartida a necessidade de viver não era prioridade comparada ao navegar.
Eu escrevi "Viver é preciso, não é preciso viver, precisamos aprender a viver,ver, sentir, amar..."
Viver é preciso = Imperativo
Não é preciso viver = Viver não é uma ciência exata
Precisamos aprender a viver,ver, sentir, amar... = Necessidade de aprender para poder viver
E que Camões me perdoe...
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