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Mostrando postagens de janeiro, 2010

Uma longa espera

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Programaram nosso voo para ter uma conexão el Lima, só que teriamos que permanecer no aeroporto durante 13 horas, como era muito tempo para ficar trancafiados no aeroporto decidimos conhecer um pouco de Lima. Fizemos os tramites de alfandega e saimos.  Pegamos um táxi, o motorista muito prestativo nos levou até Lima, distante usn quinze minutos do aeroporto que fica am Callao. A cidade de Lima estava tendo alguns eventos da comemoração do seu 474º aniversário, fomos até a praça de armas onde fica também a catedral, havia muita gente, grupos de pessoas caracterizadas com vestes super coloridas qua faziam me parece parte de grupos folclóricos representando diversas partes do país. A praça de armas tem um ar provinciano, de antigamente. Apesar de haver muitas pessoas o ambiente é muito diferente de uma cidade brasileira.   Depois da praça de armas fomos para o bairro de Miraflores, no caminho paramos num sitio arqueologico chamado Huaca Huallamarca, que data da época pré...

Sempre pode ser pior

Um dos piores lugares quando se viaja é sentar na poltrona do meio, sempre se fica espremido, disputando os apoios dos braços com seus companheiros de viagem, mas o pior mesmo é quando tem alguém maior que a poltrona sentado ao seu lado. Na minha última viagem a Lima, do lado da janela sentou um senhor gordinho, ele invadia um pouco de minha poltrona e me espremia contra o outro passageiro. Numa viagem de quase cinco horas não é uma experiencia muito agradável. Mas sempre as coisas podem ser piores ne? Por exemplo, sentar na poltrona do meio e na última fila... como foi o que me aconteceu desta vez, mas nada é tão ruim que não possa piorar. Eu tive que madrugar para estar no aeroporto, sendo assim quase não dormi, creio que este senhor também e ele começou a dormir, roncava como uma locomotiva e não deixava ninguém das poltronas adjacentes sequer cochilar. Conclusão? Uma viagem desconfortável, mas ta bom ne? sempre pode ser pior...

Vias aéreas

Passei o auge da crise da gripe suina viajando muito e em aeroportos, é curioso observar o comportamento das pessoas e muitas vezes a incoerencia de procedimentos. Muitas das pessoas antes de decolar fazem seus rituais e tem seus procedimentos para acalmar-se. No meu voo de Guarulhos a Lima estava eu sentado na última poltrona, o avião estava com sua lotação máxima quando vejo chegar para sentar-se nas poltronas imediatamente a minha frente dois rapazes por volta de 25 anos de cabelo crespo, comprido preso num rabinho de cavalo. Depois de ajeitarem suas coisas vejo um deles ficar de pé e ir ao banheiro, quando voltou estava ajeitando um kippa na sua cabeça, depois o vejo ajeitar sobre seus ombros um pano branco com algumas inscrições em azul, a seguir retira umas caixinhas pretas uma das quais amarra no seu braço esquerdo, com uma tira comprida que amarrou até sua mão, a outra amarrou na sua testa. Numa fração de segundo pensei... e se se trata de um terrorista que vai explodir o avião...

Mais um ano...

Hoje mais um ano está começando e como é tradicional em meio a muitos abraços, festas, fogos, esperança e alegria. Aos poucos a poeira da ilusão vai abaixando e a realidade aparece aos poucos mostrando a sua verdadeira forma e cor. Com a realidade aparecendo, muitos sonhos e ilusões se desmancham, propósitos são esquecidos e caimos na velha rotina do ano anterior. Na vida, via de regra não existem mudanças radicais. Não existe o surgimento de uma nova vida de uma hora para outra, isto por não falar nas clássicas superstições de vestir um tipo de roupa, comer um tipo de comida ou qualquer outra ação pontual como realizar rituais na esperança que de que algo possa mudar por meio de um poder externo, algo que venha de fora para dentro. A verdadeira mudança tem que ocorrer de dentro para fora. Uma mudança de consciencia, de atitude, de valores, enfim, se esperarmos que a nossa vida vai mudar mediante uma força externa ou porque vestimos ou comemos algo... Nossa vida continuará exatamen...